Em Campo Grande, mesmo em maio, é muito quente, e pensando nisso, os convidados ao chegarem na festa, eram recepcionados por taças de espumante com morango. Assim, todo mundo podia se dirigir calmamente as mesas, sem o desespero de logo encontrar o garçom e matar a sede.
Na foto, Sheila, somos amigas desde os 09 anos de idade.

A decoração era toda em amarelo e marrom, como se vê ao fundo da foto da minha daminha Maria Clara com a mãe, minha madrinha, a Dani.

Na foto meus pais, Joel e Dirce, e o Claudio, meu primo, pai da Maria Clara, que além de meu padrinho, foi meu motorista.

A mesa de doces e o bolo, aqui na foto minhas grandes amigas, as irmãs Tati e Drica.

Detalhe dos noivinhos: Marcos Paulo no celular, eu e Walker (ele não podia faltar). Hoje esses noivinhos ficam numa caixa de acrílico, no escritório do quarto dos meus pais.

Sim, nós tivemos uma primeira dança,
Fascinação, música que muito me lembra o meu pai (eu dançava com ele quando criança) e que o pai do Marcos Paulo gostava muito (ele já faleceu).
Detalhe da decoração da pista de dança, várias globos.
Sim, estávamos muito felizes.
Todos esses detalhes que estou contando fomos nós dois que escolhemos, então, é muito bom ver tudo perfeito como imaginamos.
O casamento foi a nossa cara.
Depois da primeira dança, pegamos o microfone, e ambos agradecemos a presença de todos.
Mas, depois disso, percorremos TODAS as mesas, abraçando, tirando fotos e compartilhando a alegria do momento com todo mundo.
Sabe quando você quer que todo mundo saiba que foi muito importante a presença? Então, e olha que estavam presentes mais 350 convidados.

Essa aqui é a Catarina, a nossa Cata, que cuida da minha familia há mais de 27 anos.

Vamos as tradições? Eu não bordei, mas coloquei uma fita na barra do vestido, com o nome de várias amigas solteiras. Essa é minha prima, madrinha e amiga-irmã, desde que me conheço por gente, a Vivi (@Palmeiras_e_Cia). O nome dela está aqui!

Aqui detalhe das costas do vestido, da cauda presa, para não arrastar no chão e do meu cabelo.
Já pensando no calor e que eu queria curtir meu casamento ao máximo, optei por prender tudo.
Reparem nas TV's.
Estão vendo que tem uma frase? Essa idéia nós tivemos em Salvador.
Explico, naquele ano, durante o carnaval, na boate do Camarote Salvador, um dia vimos um grupo de DJ's (Female Angels), que enquanto uma tocava, outra levantava plaquinhas, com frases do tipo: Estão Curtindo? Cadê minha vodka?... Coisas assim.
Como não podíamos fazer o DJ da festa ficar fazendo isso, eu mesma montei uma série de slides com frases e fotos divertidas (envolvendo os convidados), falando para as pessoas aproveitarem a festa, coisas desse tipo. Todo mundo aprovou.

Nosso DJ,
Danilo Bachega, com o noivo. Excelente profissional, que aguentou um casal neurótico, que sugeriu uma selecão de músicas, explicou a origem e gosto dos grupos de convidados (exemplo: curitibanos que entendem de música eletrônica, paulistanos fãs de música baiana, gente que curte sertanejo, etc), além da lista do que NÃO tocar, nem a pedidos (certos sertanejos, funk proibidão, Créu em nenhuma das suas versões genéricas).
Ele colocou todo mundo na pista até o amanhecer.

A hora de jogar o buquê.
Nessa hora, distribuí arquinhos de princesa para todas as solteiras.
Convoquei todo mundo pelo microfone e expliquei que antes de jogar o buquê, jogaria um Shrek, pois toda princesa tem direito ao seu príncipe (seja ele um pouquinho ogro ou não).

A mulherada entrou na brincadeira.

Quem pegou o Shrek foi a Tuca.
O nome dela também estava na barra do vestido, e ela agora está noiva!

Depois, claro, joguei também meu buquê.

O Marcos Paulo jogou uma caixa (vazia, óbvio) de whisky.
Não queríamos na pista aqueles brinquedinhos que geralmente são distribuídos no casamento.
Assim, nossa opção foi em distribuir bexigas metalizadas em forma de coração vermelho.
E claro, somos do Mato Grosso do Sul, terra do SBS (Sistema Bruto Sertanejo), e não tinha como deixar de lado o famoso chapéu de cowboy.
Na foto meus irmãos , Joel (pai do Pedro) e Donato (que está morando em Munique), com nossa prima Patricia.
E claro, minhas amigas aproveitaram a imensa quantidade de rosas que tinha na festa, para também usar como adereço. Eu amei!!!
Assim, na minha festa, a pista estava cheia de corações vermelhos, mulheres enfeitadas com arquinhos de princesa e rosas.

Já os homens viraram peões! Claro teve aqueles que optaram pelos arquinhos e todo mundo se divertiu.
Detalhe: corações, chapéus, arquinhos e Shrek foram todos adquiridos também na 25 de Março (virei especialista na região).
Olha a alegria da moçada.
A bebida era farta: vinho cabernet sauvignon (exigência dos meus pais), espumante, whisky 12 anos, vodka importada, cerveja, energético.
Importante: se você servir energético na sua festa, trate de se certificar que o dj (ou banda) é animado e que toque até tarde, pois o povo vai ter um pique a mais.

Olha o pique do Marcos Paulo e do Evandro (padrinho).

Olha o tamanho do copo do noivo e a finesse da noiva...
Para compensar tanta bebida, o cardápio também não deixou a desejar, tinha desde peixe típico da região até bacalhau.
E, mais uma vez, escolhemos todo o cardápio.
Sim, a Maria Clara está em um pula-pula.
Como teríamos várias crianças, e eu sei que para elas não tem coisa mais chata do que festa de adulto, resolvemos também ter um "espaço criança", para que elas pudessem aproveitar do jeito delas.
Tinha pula pula, piscina de bolinhas e outros brinquedos, salão de maquiagem (reparem no fundo da foto a Maria Eduarda com um boá), e para os menores, colchonetes para dormir tranquilamente.
Também tinhamos 2 monitores específicos para ficar de olho na garotada.

Mas, é claro, as crianças também podiam curtir a festa dos adultos.
Minha grande amiga Patricia (Nega) com a filhota.

Tetê se acabando na pista.

Amigas do coração.
Somos amigas há tempos e há mais de 10 temos uma tradição, no final do ano (antes do Natal), um amigo-oculto em Campo Grande.
Nem todas moramos lá, as vezes alguem não pode participar, mas a amizade é a mesma.
Somos a Turma do Tereré.

Nossa foto tradicional no casamento de alguma integrante.
Amo todas e duas representaram o grupo como madrinhas, Soraya (de prata, atrás de mim) e Renatinha (de vermelho, no canto direito da foto).

O dia amanhecendo e todo mundo animado.

Direto de Curitiba, Lari e Juju (minha madrinha-irmã, com quem morei durante 6 anos em Curitiba), além da Sheila (no meu colo).
Único arrependimento? Chinelos.
Explico, eu achava que distribuir chinelos estava um pouco ultrapassado, que era bobeira, etc... mas, hoje, seria a única coisa que faria diferente.
A festa foi muito animada, a mulherada se esforçou, mas teve uma hora que muitas desceram do salto.

Olha a cor do pé da Jujuba!
Ainda bem que ela levou tudo numa boa..rs..

Bom, é isso, gostaria de dividir um pouquinho de tudo isso com vocês.
No final da festa, os convidados ganhavam além de bem-casados, uma caixinha pequena de vidro, com amendoas confeitadas nas cores amarelo e branco.
Os padrinhos uma caixa forrada com o mesmo tecido do vestido das daminhas, com bem-casados e uma garrafa de espumante.
Quem tiver curiosidade e usar Orkut, adicione-me Silvia Nascimento, porque lá postei várias fotos, todas separadas por album do amigo-fotógrafo.
Explico, as fotos daqui (como as de lá) me foram enviadas por amigos, é a visão deles do nosso casamento.
Como não moramos em Campo Grande, somos preguiçosos e tiramos milhares de fotos, para desespero de nossas mães, até hoje ainda não escolhemos as cem que vão para o álbum.
Um grande beijo!